segunda-feira, 28 de abril de 2014

Chofer de praça


No Brasil, principalmente em Manaus, é mais provável que um jornalista se torne taxista, do que um taxista venha a tornar –se jornalista. Eu Mário Sérgio  ferreira, sou taxista a mais de 30 anos, com mais de 50 anos de idade graças a Deus consegui contrariar essa lógica, conclui o curso superior de jornalismo.

Pretendo continuar como taxista, e fazer foto jornalismo como free lancer. Na faculdade, uma professora me incentivou a escrever crônicas do meu dia a dia no taxi.

Resolvi observar os acontecimentos e captar as situações entre corridas por traz do volante do meu taxi, criei um blog para publicar os fatos mais inusitados entre as quatro portas do meu taxi, a inspiração vem das corridas, e dos desabafos dos mais diversos passageiros que transporto.
No dia a dia entram no meu taxi diverso passageiros, turistas, famílias. Mal educado, falador, calado, fico impressionado com o comportamento de alguns passageiros ao entrar no taxi é como se estivesse no divã de um psicólogo, dependendo da distancia da corrida elas contam os seus problemas mais 
íntimos, casais conversam como se não existisse o motorista.
O leitor vai encontrar um relato puro e simples do cotidiano de um taxista, vou começar com um acontecimento que marcou a minha vida como taxista.

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